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A Marquesa de Marvila

Aqui não se aprende nada... Lêem-se coisas escritas por mim, parvoíces na maioria das vezes mas sempre, sempre verdades absolutas (pelo menos para mim).

A Marquesa de Marvila

Aqui não se aprende nada... Lêem-se coisas escritas por mim, parvoíces na maioria das vezes mas sempre, sempre verdades absolutas (pelo menos para mim).

Esta é uma história de uma doença... que todos podem ajudar a mudar!

Não se trata de solidariedade, mas sim de humanidade, não se trata de amizade, até porque não conheço a m-M pessoalmente, trata-se de empatia (que é uma forma de nos colocarmos no lugar do outro).

Na semana passada, através do blog da Joana, fiquei a saber da história da irmã da m-M... podia ser a minha história, da minha irmã, a vossa história, da vossa irmã, irmão, mãe, pai, filha, filho. No entanto, é a história de uma pessoa que não conheço, tal como não conheço nenhum de vós, nem os vossos irmãos, mães, pais, filhas ou filhos, e por isso podia apenas ter lido o texto e ter passado à frente, até porque há tanta coisa gira para fazer na net, até porque não conheço a pessoa em questão, até porque estas coisas só acontecem aos outros.

Acontece que nos esquecemos frequentemente que os "outros" são um de nós, que os "outros" um dia também pensaram assim. Que esta seria uma história que não lhes diria respeito até ao dia em que lhes bateram à porta e, mesmo sem pedir licença, a doença entrou. Assim, sem cerimónias, chegou traçou a perna, sentou-se no sofá, pegou no comando da tv, nos livros para ler, nos filmes para ver, nas viagens por fazer, nas brincadeiras por ter e nas palavras por dizer e vociferou: Isto é tudo meu!

Agora cabe-nos a nós dar-lhe uma ordem de despejo. A nós?... sim! A nós! A todos nós! Cada um de nós individualmente pode ajudar. Não só a irmã da m-M, como todas as irmãs e irmãos, mães e pais, filhas e filhos do mundo a correr com estas doenças de sua casa. De uma casa que lhes pertence por direito e onde não cabem intrusos destes.

Doar medula óssea não custa. Basta uma amostra de sangue. Nem todos o podemos fazer, podem ver aqui quais as condições para se ser dador. Eu, infelizmente, não posso doar medula. Já tentei fazê-lo, já me dirigi ao local para o fazer, mas não posso. Tenho uma doença auto-imune que me impede. Mas não me impede de vos fazer este apelo. Não é só a irmã da m-M quem precisa da vossa ajuda, há milhares de pessoas a precisarem de vocês. Façam a diferença na vida de alguém... a diferença entre viver e morrer. Não gostamos de utilizar esta palavra, mas não existe outra que a substitua.

Façam com que não seja necessário voltar a fazer estes apelos, no dia em que forem vocês ou um dos vossos a precisar!

Se não podem ser dadores, façam o apelo, levem a que um amigo, um familiar o seja... há demasiada gente a depender de vós!

Um abraço e um enorme bem-haja!

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