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A Marquesa de Marvila

Aqui não se aprende nada... Lêem-se coisas escritas por mim, parvoíces na maioria das vezes mas sempre, sempre verdades absolutas (pelo menos para mim).

A Marquesa de Marvila

Aqui não se aprende nada... Lêem-se coisas escritas por mim, parvoíces na maioria das vezes mas sempre, sempre verdades absolutas (pelo menos para mim).

Desafio das 52 semanas: Semana 19

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As minhas séries favoritas....

Ora pois muito bem... Este é um daqueles temas sobre os quais eu não me debruço e não perco muito tempo... Quando era miúda não apreciava muito séries... Não gostava de ter de ficar uma semana à espera do próximo episódio, até porque a maior parte das vezes acabava a fazer outras coisas e pumbas, lá se ia o episódio....

Posso-vos dizer que não gostava assim de nenhuma série em especial... via uns episódios de uma ou outra, como o Homem da Atlântida, Baywatch... Ah esperem!!! Pára tudo! Havia uma série que eu adorava mesmo, mesmo muito... tcharaaaammmm Uma Casa na Pradaria. A-d-o-r-a-v-a aquilo! Perdia muitos episódios, até porque a minha vida era brincar na rua, como já vos tinha dito.

Hoje em dia, gosto muito de séries, mesmo a sério, mas ou adormeço, ou a logística do meu dia-a-dia não me permite vê-las. Ainda assim, adorei La Casa de Papel, há c'anos não via uma série que me prendesse tanto, vi de enfiada. Vantagens do mundo moderno. E ando a ver e a adorar 1986, na RTP, às terças-feiras, às 22 horas. Quem não viu, veja. Imperdível mesmo para quem não viveu a sua adolescência naquela época (as aspirantes estão a adorar saber como foi a adolescência dos pais). Não perco um episódio (exceptoquandoaporradofestivaldacanção-ócaraças-sesobrepõe), e quando perco vejo no dia seguinte, nova vantagem dos tempos modernos. 

Gostei também de Lost, chateou-me tanta sequela e desisti. Não tenho pachorra para 20 temporadas em que só estão a engonhar e a passar-nos atestados de burrice para ganharem dinheiro. Gostei de Prison Break, e foi a mesma coisa. Vejo a primeira temporada, começo a segunda e desisto... Nesta perspectiva, apesar de ter adorado muito, muito, muito La Casa de Papel, tenho receio da segunda temporada.... Claro que lhe vou dar uma oportunidade... vamos ver...

Depois vou vendo, quando calha, sem grande seguimento, até porque os episódios são independentes uns dos outros (gosto de independência e liberdade) as séries do costume: CSI, Investigação Criminal e tudo o que meta mortos e feridos e polícias geniais... E claro, the last but not the least, o melhor personagem de todo o sempre, que eu amo, de um humor inigualável, de uma mordacidade única, o meu tipo de humor, sarcástico, irónico e certeiro.... rufam os tambores...

Dr. House... Uma vénia ao Dr. House, fáxavore!!!

Acho que não me esqueci de nenhuma... 

Neste TAG participam para além de mim, a 3ª face, a Ana, a Ana Paula, a Catarina, o Carlos, a Carlota, a Charneca em Flor, a Daniela, a Desarrumada, o David, a Fátima, a Gorduchita, a Happy, a Hipster Chic, a Isabel, a Mãe A, a Mariana, a Maria Mocha, a Mimi, a Paula, o P.P, a Sweetener, a Sofia, a Tatiana, a Tita e o Triptofano

Desafio das 52 semanas: Semana 17 (Vou salvar o mundo, catano!)

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Cheguei!!!!!! Cheguei a horas!!! Yeahhhh!!!!

Bem, vamos ao que interessa que vocês já estão maçados com esta questão de eu, ou chegar a horas, ou só publicar o desafio na semana seguinte... E já aceitei mais dois desafios que ainda não comecei... ai, a minha vida!!!

Ora bem, o desafio desta semana é... rufar de tambores....

Personagens cuja vida eu gostava de viver por um dia...

Eh pá... só por um dia?... Mêmo a sério?!... Não dá para ser a vida toda?... É que se fosse a vida toda eu escolhia uma ricaça qualquer... qualquer não que eu sou exigente! Uma ricaça gira, bem sucedida, naturalmente magra (daquelas que dizem: "Ai, já não sei o que fazer para engordar... como de tudo e mantenho esta elegância...", esta malta devia pagar mais impostos do que os outros, ora porra! Uma pessoa abre a boca para respirar fundo o ar puro do campo e engorda 3 quilos e meio e estas tipas nisto... Mais 50% de impostos nelas, masé!

Bem, mas dizia eu, gira, bem sucedida, naturalmente magra (que a fazer dieta também não quero, grazie), cheia de amigos, com bons valores e o camandro... tudo de bom, masé!

Mas se só pode ser por 1 dia, então seria... a saber:

- A Assembleia da República (eu sei que não é uma pessoa, são muitas, mas não sejam picuinhas, bale?) no dia de votação para acabar com as touradas e o circo com animais. Claro que se acabava com aquela barbárie em 2 minutos por unanimidade!

- A mãe do Donald Trump... A saber:

Em mil nove e troca o passo, o Trump pai canta uma cantiga à Trump mãe (que era eu, estão a ver? ), e ela diz-lhe: Ai filho, hoje não que me dói a cabeça!... E o Trump pai diz: Olha então está bem... Também vou ver o jogo de basquetebol na televisão e comer uns cachorros cheios de ketchup, maionese e outras cenas... Quer-me parecer que o mundo um dia ainda me há-de agradecer por isto, é a sensação que tenho!

- Em caminho passava pela Coreia do Norte e ocupava o lugar da mãe do Kim Jong-un. Eu sei que ainda teria de aprender a falar Coreano, que não iria ser fácil, mas podia sempre fazer um voto de silêncio e falar em linguagem gestual... Não vou reproduzir o diálogo, está bem?

(Só um parênteses... quer-me parecer que este post ainda vai ser encriptado pelos serviços secretos... em 2 parágrafos juntar o Trump com o Kim Jong-un.... não sei não! Pelo sim, pelo não se eu não der sinal de vida dentro de uns dias vocês denunciem ao mundo, pode ser? Vocês procurem por mim, pessoas.... Por favor!)

- Ainda não falei em ser a mãe do Putin, pois não? (oh eu a brincar com o fogo... Oh eu a viver a vida no limite...) Também seria a mãe do Putin... O resto vocês já sabem...

Vocês já viram bem o poder de uma mãe, catano?

- E ainda há por aí muita mãe que precisava de ter tido juizinho e de ser ter prevenido numa noite de loucura... Viva o preservativo! Vão para a rambóia e depois o mundo é que se lixa. E nós, humildes cidadãos do mundo é que temos de levar com os despojos de uma noite de luxúria... Sim, que é o que essa malta é. A partir de agora, cada vez que olharem para um destes sujeitos vocês só se irão lembrar que eles são os despojos de uma noite de loucura... Por isso é que o mundo anda como anda.... Ah e tal, a minha religião não permite o preservativo! Fónix! Aqueles progenitores deveriam ter vestido um preservativo, ele e ela, ambos os dois (como diz o filósofo), para nós não termos de ter escarrapachados na nossa vida os despojos daquele dia, camandro!



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Desafio das 52 semanas: Semana 16 (parvos, touros e outros animais)

 

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Já vem sendo hábito, e vocês aí em pulgas, à espera, desesperados, capazes de passar o fim-de-semana em prantos, eu chegar atrasada... Mas chego, amigos! Mas chego!...

Ora, vou-me deixar de promessas, que agora é que é, que a partir de agora vou escrever todos os dias e tudo e tudo, pois assim não vou falhar... Sim, sou esperta, eu sei! Se não me comprometo não falho! 

Bem o desafio de sexta-feira passada é: 

Isto, para mim, não é diversão:

E agora poderia fica aqui a dissertar durante 1 mês e picos, mas vocês não querem isso, certo?

Há muita coisa que para mim não é brincadeira, ou diversão, como queiram... Por outro lado, acho que se pode fazer humor com tudo. Sim tudo, mesmo! O humor não ofende, porque o humor não é pessoal.

1. Quando uma pessoa, escudada atrás da brincadeira (ou do: Eu sou muito sincera e digo tudo o que penso!... Não amiga(o) tu és é parva(o)! Só os parvos é que dizem tudo o que pensam, pá!), magoa outra isto não pode ser uma diversão. Eu tenho uma regra, e como sou uma jóia de pessoa vou partilhar convosco, primeiro penso (regra básica e que muita gente tem dificuldade em pôr em prática) se aquilo que eu tenho para dizer serve/ajuda/contribui para a outra pessoa ou se, pelo contrário, serve apenas para mim, para eu "dar a ferroada", para eu pôr o meu ego a bater palminhas... A maior parte das vezes, calo-me!

Há muitas mais coisas que para mim não são diversão, Bullying (vai de encontro ao que partilhei no parágrafo acima), passar por cima dos outros, o sofrimento, a guerra, a fome... Nada disto é diversão. No entanto, pode-se fazer uma boa piada com tudo isto! E, para isso, é preciso ser-se muito inteligente para se conseguir distinguir o fazer uma boa piada com o gozar ou divertir-se com... E agora tiro o chapéu a todos os humoristas que o conseguem fazer. Eu adoro sarcasmo e ironia, para mim é do melhor que o humor tem, mas o sarcasmo e a ironia são uma arte que junta o fazer humor com o respeito, e isso, meus amigos, nem todos conseguem. Isto faz-me lembrar as pessoas que apregoam que não se pode gozar com o cancro, por exemplo. Claro que se pode! Pode-se, deve-se e pode ser uma forma poderosíssima de ajudar quem padece desta maleita. O que não se pode, na minha opinião, é gozar com quem tem cancro, com quem sofre, com o seu sofrimento de forma directa e pessoal. Há aqui uma diferença enorme.

2. Há uma coisa que para mim não é diversão, não é cultura, não é arte, não é nada mais do que crueldade e sofrimento, as touradas! Não consigo compreender como nos dias de hoje, em pleno séc. XXI, ainda haja quem se diverte a ver o sofrimento de um animal. Aqui, para mim, só existe esta questão. Nada contra a cultura, a arte, o que for, tudo contra o sofrimento de um ser senciente, como são o touro e os cavalos. 

E podem para já por aqui, o facto de eu me preocupar e de me angustiar o sofrimento dos animais não quer dizer que não me preocupo e não me angustia o sofrimento dos humanos, estamos de acordo? Pronto, muito bem!  A malta tem um cérebro que, segundo consta, é infinito até à morte, cabem lá montes de causas, bale?

2. O sofrimento de qualquer animal, para mim não é diversão. Ir ao circo ver o urso a andar de bicicleta, o leão a passar numa argola de fogo, o cavalo a andar sobre duas patas... Não, não é divertido! É humilhante, é degradante, não só para os animais como para os humanos que acham aquilo normal e giro... É aquele momento em que são transportados para o século XVIII e grunhem e aplaudem o anormal, a humilhação... Não é digno! A ciência evoluiu muito, já sabemos que os animais sentem, têm emoções, têm medo, frio, fome, ansiedade, para quê submetê-los a tamanho sofrimento? Um leão deve viver na savana, livre, com quilómetros para correr, caçar, não num circo, numa jaula, a servir de palhaço a humanos que se dizem civilizados...

Podem parar já!... Os que vêm para aqui dizer que coiso, que os animais são bem tratados... Uma porra é que são! Eu posso não bater no ser humano que coabita comigo, posso até alimentá-lo mas se o estou a obrigar a viver aqui fechado em casa, sem direitos, a servir de escravo não estou a tratar bem. estão a ver a coisa? Não é porque vocês ainda não conseguiram ver para lá dos vossos egos e acharem graça aos animais a servirem-vos de palhaços que isso passa a ser uma actividade aceite e louvável.

E não, as crianças não ficam traumatizadas se não forem a um circo com animais. As minhas nunca foram, não querem ir e não entendem quem vai. São felizes, vão ao cinema, ao teatro, vêem programas de animais na televisão que lhes explicam quem são, como vivem e como podemos fazer tanto para os ajudar.

Pronto, é isto!

Sei que a partir de agora ganhei inimigos e que as 3 pessoas que liam aqui o meu blogue vão embora para não mais voltar.... É mentira! Eu sei que sois boas pessoas e que mesmo que não concordeis comigo aceitais a diferença de pensamento!



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Desafio das 52 Semanas: Semana 15

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Hoje cheguei a horas!!! Yeahhhh!!!! Viva eu!!!

O desafio desta semana prende-se com um tema deveras interessante e mais do que actual:

O que há de pior no mundo virtual?

Já me tenho debruçado sobre este tema muitas vezes... Tenho duas filhas, uma em plena adolescência e outra a correr desalmadamente para lá chegar (14 e 12 anos), "de modos" que este é um tema que me preocupa bastante.

Há tanta coisa menos boa no mundo virtual que nem sei por onde começar.... Mas isto é como os medicamentos, temos de pôr na balança o bem que faz pelo mal que traz, ou seja, faz bem mas tem efeitos secundários.

Eu gosto do mundo virtual, é prático, traz-nos muitas oportunidades, saberes, diversão, conhecimento, e põe-nos em contacto mais facilmente.

Há algo do qual não nos podemos esquecer, o que está no mundo virtual está no mundo real, já que o primeiro é sempre o reflexo do segundo. "Ah e tal, as pessoas só dizem certas coisas porque estão atrás de um teclado e escondidas por um ecrã..." Já andaram no trânsito, meus amigos?.... Se a internet mostra o pior das pessoas o que dizer de quem anda no trânsito a chamar "filho da não sei quantas..." a um e "otário, cabeçudo, não devias ter carta, etc..." a outro, a ameaçar matar quem se atravessa no seu caminho, a rogar pragas a quem se atreva a colocar um travão no seu pé de Fittipaldi, a colocar a vida, sim a vida, de pessoas em perigo, perigo real a não virtual... a achar que os polícias são uns "cabrões de m***da" porque multam, obrigam a que cumpramos os limites de velocidade, a não nos deixarem estacionar onde nos apetece... São uns "filhos da mãe" porque nós, pessoas sem um pingo de civilização, não conseguimos cumprir a lei. Achamo-nos acima da lei. Achamos que podemos conduzir acima dos limites de velocidade, bêbados, estacionar nas passadeiras... porque nós, os espertos, achamos que podemos pôr em risco a vida dos outros, que temos o direito de impedir que pessoas de cadeiras de rodas, idosos, crianças, atravessem a estrada porque fomos "só ali num instante" e os outros podem esperar... Eu também tenho medo destas pessoas da vida real. Muito, mesmo! E sim, já fui multada por excesso de velocidade, por estacionamento... Isso não faz com que considere que os polícias são os "cabrões", porque não são. Eles estão a fazer aquilo que aqui a Marquesa iluminada e mais esperta do que os outros não fez, cumprir a lei! Eles fizerem muito bem! Já eu, fiz muito mal!

A internet apenas permite às pessoa serem o que são... Umas parvas, outras fixes, umas umas bestas, outras umas porreiras, más e boas pessoas, pessoas que são apenas pessoas, que erram, que acertam, que dão opinião, que são bem e mal interpretadas... pessoas! Atrás de um ecrã está uma pessoa, com tudo o que isso tem de bom e de mau.

O pior do mundo virtual é, para mim, a imortalidade do mesmo. E isso é para mim assustador. Pensar que, ao mais pequeno erro, podemos ter a nossa vida exposta na net e tramada para todo o sempre é angustiante. E aqui sim, a internet pode ser uma arma poderosissíma nas mãos de pessoas mal intencionadas.

Lembro-me de, na minha adolescência gostar muito de escrever cartas e trocá-las com as minhas amigas e amigos, era um meio de comunicação quando estávamos distantes, a minha avó dizia-me vezes sem conta: "Cuidado com o que escreves... Podes até pensar e dizer que as pessoas acabam por esquecer, mas quando escreves fica registado para sempre." E hoje é assim mas uma escala infinitamente maior... Com os telemóveis, as câmaras dos mesmos, a nossa privacidade simplesmente não existe. Se antigamente era preciso toda uma parafrenália digna de um filme de Hollywood, câmaras, escondidas ou não, micros, etc. e tal, para filmarem a nossa intimidade, hoje basta um telemóvel esquecido e a gravar ou a filmar e... pumbas! Já estás tramado para todo o sempre... E isto preocupa-me! Principalmente por causa das minhas filhas. 

Outra coisa muito má no mundo virtual é a facilidade com que, mais uma vez, pessoas sem escrúpulos a utilizam para encher cabeças de pessoas mais ingénuas, menos cultas, mais limitadas intelectualmente (não menos inteligentes, atenção, nem menos instruídas), que acreditam em tudo o que lêem na net. Os grupos extremistas estão exímios nesta técnica. Assustar as pessoas, lançar o pânico, fazer com todos andem a olhar desconfiados por cima do ombro... Estas pessoas que se deixam influenciar por uma qualquer pessoa que sabe bem o que está a fazer, esquecem-se que estão no mundo virtual e que, por isso mesmo, podem fazer pesquisas na net, informarem-se e não acreditarem em tudo o que lêem.

A velocidade a que o mundo começou a girar também me assusta, não gosto. Não é bom! Tudo tem de acontecer já! Se em menos de 2 ou 3 segundos (tempo que damos a nós próprios para uma página na net abrir antes de desistirmos e partirmos para outra) nada acontece começa-se a gerar uma ansiedade, nervos... gera-se uma incapacidade de aguardar, de "perder tempo". Perder tempo é tão bom... Ficar à espera, sem saber o que vai acontecer... ter surpresas... A net está a acabar com as surpresas! O mundo está a andar demasiado depressa.

Haverá mais coisas certamente que sim, mas estas são as razões sobre as quais me debruço.

O mal não está no mundo virtual, como sempre, o mal está nas pessoas! E elas andam no mundo real...

Neste TAG participam para além de mim, a 3ª face, a Ana, a Ana Paula, a Catarina, o Carlos, a Carlota, a Charneca em Flor, a Daniela, a Desarrumada, o David, a Fátima, a Gorduchita, a Happy, a Hipster Chic, a Isabel, a Mãe A, a Mariana, a Maria Mocha, a Mimi, a Paula, o P.P, a Sweetener, a Sofia, a Tatiana, a Tita e o Triptofano

Desafio das 52 Semanas: Semana 14

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Fónix, porra pá... (que linda maneira de começar um post, sô dona Marquesa....) estou atrasada.... (agora é ver a imagem do coelho do Alice no País das Maravilhas a correr que nem louco, fáxavor...)... 


Pronto, já me cansei um bocadinho no parágrafo acima e já não tenho desculpas para mim... Chicote, please!!! Shame, shame, shame.... Ai espera, este era o desafio da outra semana: Vergonha!... Pronto, não disse, digo agora, tenho vergonha de não estar a cumprir este desafio!  Marquesa, vais ficar 1 semana sem comer chocolate... errrr.... talvez seja demais... não há necessidade de tanto, meus amigos... pronto, 1 hora sem comer chocolate! Está feito!

Bem, agora que os castigos já estão aplicados vamos ao desafio que deveria ter sido publicado na sexta-feira passada. Mas sexta-feira é quando uma 'ssoa quiser, vero? Cá vai:

Os meus sites favoritos na internet são:

Num sei... Pois!!! É isso!... Eu sou uma internet-depravada. No sentido em que não sou fiel a nenhum site. Não sou, meus amigos. Nestas coisas das relações com sites eu sou liberal, a pessoa pode hoje gostar de um site, amanhã de outro, saltaricar de site em site. Claro que tomo as devidas precauções e cuidados, mas gosto de variar.

Eu começo num site, aquilo cansa-me e mudo para outro, depois há um qualquer link que me chama a atenção e pumbas, sem aviso prévio, sem preparar qualquer coração cibernético eu clico e mudo deixando o outro abandonado e triste. Assim, sem dó nem piedade. Também é verdade que nunca lhes prometo nada. Não! Não há cá promessas de "para a vida toda" e cenas assim, por isso não se pode falar em desonestidade. Não sou pessoa de um site só mas sou honesta. Logo de inicio em clarifico tudo: - Site, filho, agora estou aqui mas daqui a pouco posso estar ali, bale? Somos felizes enquanto durar, depois cada um na sua, certo? Sem cobranças, sem choros e dramas, de acordo bebé? - É esta a conversa inicial, e depois do acordo traçado siga por esse mundo virtual a fora.

Uma pessoa está muito bem num site, a ler umas notícias ou a ver umas modinhas, do nada um banner ali a piscar o olho, assim à descarada, uma pessoa não é de ferro, certo? E... pumbas, clica!... Um indivíduo não sabe como resistir a estas tentações, temos olhos na cara, né? Não somos ceguinhos, nem andamos com palas nos olhos... e os sites aparecem assim, sem escrúpulos e uma pessoa quando dá por isso já lá está. Eu às vezes penso, Marquesa tu hoje vais ser fiel, não te vais deixar tentar por um qualquer site descarado... Mas é mais forte do que eu... Não dá!

O chato disto é que me esqueço de trocar emails, links e contactos com os sites com que me vou cruzando e depois quero voltar lá e nada... As relações liberais têm destas coisas. É o chamado reverso da medalha.... Mas eu como não sou esquisita logo arranjo substituto. E depressa arranjo outro site para me divertir, passar o tempo e um bom bocado.

Pronto amigos, a vossa Marquesa é uma promiscua ao nível da Internet...  

 

 

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Desafio das 52 semanas: Semana 13

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Hoje o desafio, não vou falhar o desafio de hoje... yeahhhhh!!!! Viva eu!, é: 

Fico envergonhada quando....

Já dei mais para este peditório do que dou agora... A idade há-de servir para alguma coisa, porra! Mas ainda há coisas que efectivamente me envergonham, não me tiram o sono, mas ainda assim me envergonham, a saber:

1. Em primeiríssimo lugar, destacado, Erros Ortográficos. Considero muito importante saber escrever e falar a minha língua materna e dar erros deixa-me "morta" de vergonha. Muitas vezes esta vergonha é alheia, verdade. Mas como sou humana e vai daí pouco perfeita, também posso ter o meu momento de erro ortográfico e fico possuída. Normalmente dou logo por isso, mas quando eu não der, meus queridos amigos, pelo amor da santa, vocês avisem-me que eu ficar-vos-ei eternamente grata.

2. Vergonha de fazer parte desta espécie. Tenho muitas vezes. Mais do que deveria ser normal. Diariamente me envergonho de pertencer à espécie humana. Não querendo ser moralista, mas tudo o que nós fazemos ao planeta, aos animais, aos nossos pares, é vergonhoso. Acharmo-nos melhores ou superiores a algo ou alguém é tão vergonhoso que quase me leva ao vómito. A sério. 

3. Não fazer o que quero. Ter de estar sempre a contar com a aprovação dos outros. Isto envergonha-me, chateia-me, não me faz feliz, e bem vistas as coisas aos outros também não, e atrasa substancialmente a minha vida. Nada temam, meus amigos, que eu já ando a tratar deste tema para deixar de fazer parte desta lista.

4.Vergonha alheia... Tenho tanta vergonha alheia, não queiram saber... Não que me ache melhor do que os outros, mas porque há pessoas que me envergonham mesmo muito.

Hoje estou pouco inspirada... Ou então sou uma desavergonhada, é o que é! Marquesa de Marvila não tem vergonha na cara! Podia ser o título do Correio da Manhã... Por falar nisso, este jornaleco ainda existe? Ainda há quem goste de vasculhar e conspurcar a vida alheia?... Shame on them (ou lá como se escreve esta porra... Eu só tenho vergonha dos erros de português, dos de inglês não tenho!)!!! Lá está, vergonha! Tenho vergonha de jornalecos, revistecas, pessoecas que conspurcam a vida dos outros, que a expõem, muitas vezes com mentiras, demasiadas com a desgraça alheia.... Não sei se tenho mais vergonha de quem escreve ou se de quem compra...

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Desafio das 52 semanas: Semana 12

Falhei! Falhei redondamente ao não publicar o post de sexta-feira. Estou chateada. Quero levar isto a sério mas não está a ser fácil... Porquê? Perguntam vocês... (Não perguntam nada mas eu faço de conta que sim). Porque não tenho coragem para levar isto mais a sério e prá frente, essa é que é essa. E depois arranjo desculpas... Um clássico!

Bem, mas voltemos ao desafio de sexta-feira e que eu falhei: Coisas para fazer no frio...

Eh pá... deixa lá ver... nada! O frio devia ser abolido por decreto! detesto frio, sofro com o frio e o frio faz de mim uma pessoa pior e mais sofredora.

Mas como não posso deixar de viver durante o frio, aquilo que me ocorre de mais perfeito para fazer é hibernar. Os ursos são seres sábios e de uma supremacia sem precedentes. Ah, os humanos estão no topo da cadeia e são os seres mais inteligentes e o camandro... O caraças é que é! Os ursos não nos dão qualquer hipótese no que toca à esperteza, meus amigos. Nananina não! Eles é que sabem o que é bom quando o frio aperta.

Está bem que eu dispenso a parte de dormir num buraco qualquer no meio da floresta, que aquilo deve ser desconfortável. Prefiro a minha caminha, fofinha, quentinha... E é tudo! Como podem ver eu sou 'soa de gostos simples, basta-me a minha caminha no Inverno para eu poder dormir até vir o calorzinho, 'mai nada!

Não entendo, amigos, juro que não entendo quem paga, por vezes fortunas, para ir para a neve... Cruzes, credo, senhores, que gelo que aquilo é... Ah e tal, mas é chique. Pois é, ir para as Maldivas também é e o tempo está mais ameno.


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Desafio das52 semanas: Semana 11

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Voltamos à minha infância! De vez em quando é bom lá voltar, recordar, sentir de novo algumas emoções, cheiros, cores, sons e pessoas...

Os meus brinquedos favoritos na infância eram:

Eu brincava imenso da rua, vivia em Lisboa, numa Vila, conhecia todos desde que nasci, éramos como uma "família" gigante. Havia miúdos da minha idade e brincávamos na rua. Na vila, onde todos se conheciam, era comum lancharmos em casa uns dos outros, passarmos lá o dia, em dias de chuva, e ouvir ao longe mas suficientemente alto para nos pôr a correr para casa: - Oohhhhhh Paaaauuuullllo (ou outro nome qualquer), anda para casa!; E um de nós dizia: - A tua mãe está-te a chamar; Caso ele(a) não reagisse imediatamente ao chamado.

Brincávamos às escondidas, à apanhada, andávamos de patins, tínhamos um parque infantil, construído pelos moradores, com baloiços, escorrega (que queimava o rabo às meninas que se atreviam a descê-lo de saias. Era de metal e apanhava sol toda a tarde... Um mimo!), balancé, tínhamos um ringue, para jogar à bola, saltar ao elástico, andar de patins e fazer bailes de Santo António em Junho. Esta era a altura do ano mais esperada por todos nós. Altura em que ajudávamos os adultos a acartar, montar, vender, em que ficávamos a pé e na rua até à 1 da manhã... A nossa maior ansiedade era saber se ia haver baile. Em Maio, andávamos atrás dos adultos a perguntar: Este ano há baile? (houve anos em que não houve... cenas de adultos que não se chegavam à frente para tratar de tudo), e a nossa maior alegria era ver o toldo a ser montado (um dia deixou de haver toldo, os moradores construíram um telhado de chapa para que pudesse haver baile todos os anos)... Nesse momento um de nós corria a avisar todos os outros: - Vai haver baile!!!! Yeahhhhhh!!!!!

Tínhamos as "terras", sim era terra mesmo, jogávamos ao berlinde, saltávamos à macaca, andávamos de bicicleta. Foi nas "terras" no meio de pedras, pedregulhos, terra e desníveis que aprendi a andar de bicicleta com a ajuda do meu tio-avô.

Havia cães, osgas, cobras e lagartos. Sim, cobras em Lisboa! Só vi uma, mentira... duas, uma viva e outra que o meu cão fez o favor de matar e trazer para casa de presente. Como nós, os cães também eram livres, iam à rua sem ninguém a prendê-los, ladravam a desconhecidos (e alguns a conhecidos ) e tomavam conta da vila e do seu pessoal. Havia gatos também, e alguns cães tentavam dar cabo deles... Havia zaragatas de cães e gatos e de pessoas também.

Todos vinham ver quando havia zaragatas, uns tomavam partido de uns e outros de outros e às tantas estava tudo a gritar, uma festa!!! Nós, crianças, riamo-nos e mesmo quando os adultos nos tentavam incluir nas suas zaragatas nós não deixávamos.

Havia "figuras", "personagens" e "momentos" únicos... Como o dia em que um vizinho, após um tremor de terra (que ainda deitou abaixo uma chaminé e fez aquilo abanar tudo) foi para o carro ler o jornal e de lá não saiu todo o dia. Ninguém sabe porquê... Uns diziam que estava bêbado, outros que era doido, outros nada diziam... Ele lá deverá saber porquê, eu não!

Havia o padeiro, nunca soube se era só alcunha ou se vendia mesmo pão, porque se o fazia era longe da vila, e era ele quem matava tudo o que era cobra que aparecia por lá;

Havia o "dos plásticos", que vendia plásticos e tinha uma carrinha sempre cheia de alguidares, baldes e caixas;

Havia o "das pedras" que vendia e trabalhava o mármore;

Havia o "do papagaio" que era o feliz proprietário de um papagaio que morava à entrada da vila e dava conta de tudo;

Havia a senhora (que não vou dizer o nome) que vendia refrigerantes e alguns acepipes (não, não eram ilícitos) tais como batatas fritas, codornizes fritas e caracóis à janela... Ainda não havia a ASAE. E, à janela também, cosia meias;

Havia a mulher que morava sozinha e que assustava tudo o que era criança naquela vila, ninguém se atrevia a passar à porta dela, corriam boatos de que ela batia e podia mesmo matar crianças... Não há provas disto mas o nosso medo era real. Um dia ela passou por mim e disse-me "olá" e eu desatei a correr para casa como se não houvesse amanhã... Quem sabe se eu lá tivesse ficado não houvesse mesmo... Agora que penso nisso talvez esteja na hora de agradecer às minhas pernas estar hoje aqui a escrever este post;

Havia os que não se falavam e ninguém sabia porquê, acho que nem eles;

Havia a "desgraçada" que acabava sempre com um vidro partido por uma bola, mas havia sempre um "jeitoso" que lá ia colocar-lhe um vidro novo;

Havia casas de banho construídas em cozinhas por um vizinho que tinha jeito para a construção mas cuja profissão era motorista;

Havia ainda o cão gordo, que dormia longas sestas ao sol, à porta de casa e que me ladrava, como se me quisesse matar (ele queria, eu sei que ele queria) e eu, quando vinha da escola, antes de passar por ele (mas à vista e boca de semear dele), gritava pela minha avó ou por alguma vizinha... É claro que se houvesse alguém à janela o cão não me iria morder, parece que são parvos... O cão, de gordo e preguiçoso que era (não vou dizer o nome dele, que ainda hoje sei, porque respeito a privacidade do bichinho) só ladrava mesmo quando alguém passava por ele, podíamos estar a 2 ou 3 metros antes dele, mas ele só ladrava quando por ele passávamos;

Havia momentos de tédio, em que não estava ninguém na rua e em que um de nós aproveitava para comer um gelado sentado à porta (não fosse aparecer alguém) e a dividi-lo com o cão... ora lambo eu ora lambes tu... Não fui eu, mas fui a primeira a chegar e a assistir à cena;

Havia os tanques de lavar roupa e os estendais na rua, e havia sempre uma vizinha que gritava "Oh vizinhaaaa, está a chover..." para que todos pudessem ir apanhar a sua roupa antes do dilúvio;

Havia a vizinha que criava coelhos e galinhas, os que tinham uma hortita com 2 ou 3 couves e 1 alface;

Havia duas escolas, a escola do "padre" e a escola 20. Claro que a escola do "padre" não se chamava assim, deve-se esta "alcunha" ao seu proprietário ter sido um padre que abandonou o sacerdócio por amor (a nossa vila tinha histórias de amor dignas de Eça de Queirós), e eu fui aluna da sua mulher, a professora primária. Hoje a escola está fechada, tal como a escola 20 que hoje é um espaço hipsterócoiso, com cenas "culturais" (sem desprimor para o que lá se faz mas com muita tristeza pelo desprezo sociológico-cultural e patrimonial daquele espaço). Estas duas escolas partilhavam o mesmo palácio. Sim, a nossa vila tinha um palácio com azulejos maravilhosos, que está tristemente abandonado e a cair. Ainda hoje consigo sentir o cheiro da minha escola, daquele palácio.

Havia união e solidariedade em tempos de crise, quando a doença, a morte ou qualquer outra desgraça se abatia sobre uma das nossas famílias, mesmo quando as famílias andavam zangadas;

Havia a catequista que, para além da catequese na igreja, dava aulas privadas de catequese em casa;

Havia mexericos, boatos, beatos, bêbados, puros, inocentes, arreliados, gentis, zangados, tristes e alegres, porque havia pessoas. Pessoas genuínas com quem eu tive o gigante privilégio de ter partilhado a vida, experiências e aprendizagens...

Havia sempre a possibilidade de por ali andarmos, mesmo que os nossos pais não estivessem em casa, ou porque foram trabalhar ou porque foram às compras, que havia sempre, sempre quem tomasse conta de nós;

E havia sempre a certeza de estarmos bem entregues, seguros e felizes.

Havia o maior castigo de todos e pergunta feita a medo, com pânico da resposta: Posso ir brincar para a rua?... O castigo já vocês sabem qual era... a resposta: Não!... Aqui havia sempre um de nós que se munia de tudo e ia pedir, suplicar se fosse caso disso, ao pai/mãe/tia/avó, que deixasse aquele de nós ir brincar para a rua. Nenhum de nós brincava feliz se outro estivesse em casa de castigo. E quando o pai/mãe/tia/avó, era irredutível, o de nós que estava de castigo ficava à janela e os outros brincavam ali perto, numa partilha.

Digo havia, com muita tristeza, porque hoje já não há! A vila ainda lá está, sem parque infantil, sem ringue, sem bailes, quase sem pessoas e sem crianças... Um legado cultural que está destruído, um espaço que está a aguardar ficar totalmente devoluto para, provavelmente, ser vendido e ali se fazer mais um mega condomínio... E assim se enterra um pouquinho do que é, também, ser Lisboeta.

Claro que tinha brinquedos, mas ficavam em casa, excepto o elástico, os patins e a bicicleta... Também tinha uma trotineta e esta ia para a rua comigo.

Claro que, a esta hora, se houver por aí alguém que me leia e tenha vivido nesta vila sabe bem a que vila me refiro, só não sabe quem eu sou!  E, caso me estejam a ler, quero que saibam que vos sou eternamente grata por terem feito parte da minha vida.

 

Neste TAG participam para além de mim, a 3ª face, a Ana, a Ana Paula, a Catarina, o Carlos, a Carlota, a Charneca em Flor, a Daniela, a Desarrumada, o David, a Fátima, a Gorduchita, a Happy, a Hipster Chic, a Isabel, a Mãe A, a Mariana, a Maria Mocha, a Mimi, a Paula, o P.P, a Sweetener, a Sofia, a Tatiana, a Tita e o Triptofano

Desafio das 52 semanas: Semana 10

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Hoje o tema é guloso interessante... E ao mesmo tempo faz-me pensar.... Ora o desafio desta semana é: As minhas comidas favoritas....

Assim de repente, sem pensar muito: Chocolate!... Pensando mais um bocadinho: Chocolate!... Se fizer uma reflexão profunda ao meu ser, ao meu interior mais recôndito: Chocolate!

Eu sou pessoa para gostar de comer, adora jantaradas e almoçaradas com amigos e família e tudo e tudo... Boa comida, boa bebida, chocolate ou gelado de chocolate... Mas assim comida preferida mesmo, não sei se tenho.

Sou vegetariana há um ano! Há muitos, bués, pra lá de já-nem-me-lembro-quantos que não como carne... A aí sim, tinha comidas preferidas, peixe e marisco... Mas como agora sou vegetariana não há assim nada de transcendental que me faça dizer que esta é a minha comida preferida... Pensando bem, isto é bom sinal: São todas! Todas menos salsichas vegetarianas (não gosto de salsichas nem nunca gostei). A comida vegetariana é deliciosa no seu geral e no particular também e como tal não há uma preferida! Só chocolates mesmo! E umas barras raw vegan que agora descobri de... tcharammmm.... Chocolate e menta! Espectaculares!!!

Ahhhhhhhh! Como-é-que-eu-me-estava-a-esquecer-disto, senhores? Como?!.... Castanha!! Castanhas ao poder já! Castanhas e chocolates, em separado que juntas são... Bléeec... I  Castanhas!

Depois, gosto de petiscos, comida chinesa, sushi vegetariano, E "peixinhos da horta"... Ahhhhhhh, o que eu gosto de peixinhos da horta... Sempre adorei! E Strogonof de seitan!!! Eh! Pá! Pára tudo! Tu queres ver que eu afinal até tenho comidas favoritas?!... Caril de grão também é fantástico!... Mas.... Parou! Parou mesmo, mesmo tudinho:

Feijoada vegetariana!!! Pronto! Está decidido! A par do chocolate e das castanhas... hummmm... talvez a par não, logo a seguir ao chocolate e às castanhas vêm os peixinhos da horta e a feijoada vegetariana!


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Desafio das 52 Semanas: Semana 9

Prépósfácio: Isto foi escrito depois do texto abaixo mas estará localizado antes do mesmo... Por isso será um prépósfácio, então é assim:

Eu não me esqueci do desafio... Não, não, não... O que se passa é que escrevi o rascunho e abalei para o Porto, (Carago!) para ir ver a aspirante mai'nova num campeonato e só regressei ontem. Então se fizeste um rascunho porque não o publicaste?... Porque não consegui! Uma vez naba, naba para sempre, ou talvez não, mas por enquanto ou é nabice ou é a m***da do telefone que não é compatível aqui com a plataforma, ou vive-versa... O que seja! Bem, segue o texto que deveria ter seguido na sexta passada.

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Assim de repente, sem eu dar por isso, sem aviso prévio, já passaram 9 semanas desde o início deste desafio.

Aproveito para agradecer à Happy pela ideia fantástica e pela iniciativa! Sim porque ter só ideias não chega, é preciso pôr a mão na massa, que é como quem diz tirar o traseiro do sofá e pormo-nos a mexer...

Pois então esta semana o desafio é: Pessoas que eu gostava de conhecer/ter conhecido

- Em primeiríssimo lugar, o meu avô paterno. Cresci com a certeza de que a minha vida seria muito melhor e totalmente diferente se ele não tivesse morrido quando eu era bebé. Sempre ouvi dizer, de toda a gente que o conheceu, pessoas de todas as facções familiares, clubísticas e políticas, que o meu avô era a melhor pessoa do mundo, a mais espectacular. Morreu cedo, novo, feliz por ter uma neta (eu mesma!). Diz quem lá esteve que o cemitério foi pequeno para tanta gente que dele se quis despedir, no seu anonimato (não era político, nem conhecido para além do seu bairro que tanto gostava e do seu clube que tanto amava, o Clube Oriental de Lisboa, em Marvila. Claro está!) parou toda uma avenida que se encheu de gente e mais gente. Estranhos perguntavam quem havia morrido, seria certamente alguém importante... E era! Era o meu avô! Importante para tanta gente e sem ser notícia de jornal ou telejornal porque não era figura pública. Tenho mesmo muita pena de não ter tido o privilégio de crescer com ele, ele que tanto gostava de mim (a minha avó dizia que parecia tolo a babar na sua netinha) e eu que não me lembro dele.

Daqui para a frente todas as pessoas que referir serão apenas pessoas com quem teria curiosidade em trocar algumas palavras ou só pedir um autógrafo e fazer uma selfie.

- O Leonardo Di Caprio, pela sua forma de estar no mundo. Por toda a sua luta pela defesa do planeta, pela sua ideologia e postura ecológica e ambiental. Por ser uma pessoa que luta em prol de todos nós. E pronto, por ter uns dos olhos mai' lindos do mundo cinema e uma carinha mesmo laroca. Mas teria de levar comigo a minha aspirante mai'velha que é maga fã do Leo Di.

- O Pato Donald, porque me identifico com ele... Porque é um bom pato, como eu sou boa pessoa (), porque é um azarado, porque muito pouco na sua vida dá certo ou corre bem (eu! eu!), porque é cuidadoso com a família e esta é o melhor que ele tem (just like me), porque tem um Tio Patinhas (Eu também tenho um que apesar de não ser meu tio tem algumas semelhanças com o tio do Donald, não todas, atenção!), porque é uma estrela intergaláctica (eu não chego a tanto... ahhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!! Até o Pato Donald chega mais longe que eu, senhores....)... Porque ninguém percebe o que ele diz, a mim percebem-me mas não lhes chego aos ouvidos... Porra! Tenho de trabalhar isto! Atenção que não estou a colocar o Leo Di no mesmo "saco" do Pato Donald, ãh... Até porque o Leo Di é muito mais bonito do que o Donald e patos não fazem o meu género...


- O David Bowie... Ele foi genial, adoro as suas músicas, sou mega fã, tive o privilégio de o ver ao vivo. Não conta como conhecê-lo, que pena... Era muito mais tcharammm se vos disse que conheci o David Bowie e não que fui a um concerto dele e vocês ficavam logo com vontade de me conhecer, só para dizerem: Eu conheço uma pessoa que conheceu o David Bowie... Mas não! Foi um concerto, era o David mas em concerto! E mesmo assim foi um privilégio!... Mas como o David gostaria de ter conhecido outros, pelos mesmos motivos, mas principalmente para vos poder fazer inveja e dizer que os conheço... Pronto, agora é o momento em que eu acordo... Já que o máximo que conheci, em criança, foi o José Barata Moura, a Lúcia Moniz e os seus progenitores e pouco mais... Mas então há mais... Há! Mas não queiram saber tudo que ainda há muito desafio pela frente e depois não tenho o que vos contar!

Assim de repente não me ocorre mais ninguém... Não sou fã de ser muito fã dos outros... Ou melhor, eu sou! Sou mega fã de muitos seres mas pelos seus feitos, seja ao nível da música, do cinema, das artes em geral e da política em geral também, mas não me interessa muito conhecê-los pessoalmente... Possivelmente deixaria de de ser fã deles, perderiam o encanto... Não sei!!... Até porque eu sou fã do que fazem e não tanto do que são como pessoas, apesar de isso também ser importante... Era incapaz de ser fã de um artista se eu soubesse que mal-trata animais, por exemplo... Mas pronto, vá... já que insistem... o Brad Pitt... Não preciso de dar os meus argumentos, bale? Vocês entendem-me...

  

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